Alunos: Rafaela Queiroz e Wesley Soares.
O BPM pode ser simplificado em apenas duas palavras:
simplificar e padronizar.
A complexidade enrijece, dificulta e pode acabar matando o
processo de inovação nas empresas. Antes de adotar novas atitudes é necessário simplificar
a estrutura já existente reduzindo processos, sistemas, organizações e fluxo de
trabalho.
Este processo deve ser contínuo e não somente um passo, isto
fará com que as mudanças ocorram mais rapidamente e menos dolorosas. A “normalização
do desvio” é uma prática prejudicial mas que acontece até mesmo em empresas
melhor administradas. Existem aspectos
que são muito antigos, desnecessários ou até mesmo sem sentido para a
realidade da empresa mas que os funcionários insistem em mantê-las no dia a dia.
Estes aspectos podem ser desde uma tarefa que sempre foi feita da mesma
incorreta ou menos eficiente passando por brigas antigas entre departamentos ou
projetos que nunca estão prontos para lançamento ou que sejam muito ruins mas
não são extintos chegando mesmo, e mais comumente, em processos altamente
burocráticos e improdutivos.
Não é possível automatizar problemas. Se um processo não for
adequado ao objetivo proposto a nova tecnologia conterá pontos fracos podendo gerar
novos problemas que podem ser maiores ainda que os anteriores.
Uma das falhas recorrentes nas organizações é não ampliar a
simplificação o suficiente para abranger tudo que realmente é necessário ser
simplificado e isto acaba trazendo um resultado muito aquém do que poderia ser
alcançado.
O próximo passo é tornar a simplificação um padrão e implementá-la
em todos os setores da empresa através de serviços compartilhados ou centros de
excelência.