UEMG – Universidade do Estado de Minas Gerais – Unidade
Frutal
Curso – Sistemas de
Informação, 8º Período, Noturno
Disciplina – Gestão
de Sistemas de Informação
Docente – Prof. Dr. Geraldo Nunes Correa
Discentes – Fellipe Luan, Matheus Henrique
Data – 03/11/2019
Não existe transformação se não
houver liderança efetivamente comprometida e levando sua equipe para a direção
da mudança. Se o líder não muda o comportamento na atitude, na ação e no
exemplo, nada e ninguém muda. Falar em liderança não significa referência
apenas à alta administração de uma empresa, mas também às pessoas que atuam na
gestão tática e de operação. Cada vez mais buscamos a “liderança situacional”,
que é capaz de exercer poder de influência sobre sua equipe, seus pares e em sua
área de relacionamento.
Executar um projeto de Gestão de
Mudanças Organizacionais sem que todos os níveis de gestão da companhia estejam
engajados para incorporar a visão, a missão e os valores de sua organização em
seus comportamentos, ninguém muda e o projeto pode até acontecer, mas a mudança
não se sustenta no tempo. Por isso, durante um projeto de GMO, uma das
principais metas é envolver todas as camadas e criar um “marketing viral”
intenso a favor do novo modelo, da nova visão. É importante ter pessoas
comprometidas posicionadas em todos os níveis da companhia para atingir os
objetivos. O melhor dos mundos é quando a alta administração enxerga a
necessidade de mudança e assume 100% seu papel de transformação, levando a
todas as camadas de gestão as metas a serem cumpridas. Costumo brincar que para
ser uma liderança eficaz você tem que inspirar, mas também transpirar: Inspirar
sua equipe com a visão, o sonho e a direção bem definidos, e transpirar para o
“fazer acontecer”, para alcançar o resultado desejado, para engajar as pessoas,
para se comprometer e, portanto, agir. Somente quando estamos realmente
comprometidos com algo, agimos! Assim, precisamos de lideranças que tenham
a capacidade de reconhecer a importância do aprender constante, do saber que
não sabemos tudo. Lideranças que tenham a humildade como uma das principais
referências em sua prática diária.
Qual meu papel? Como conduzir
mudanças? Quais fatores críticos observar? Quem está em outra área percebe que
estou comprometido? Como demonstrar isso? Estas são algumas perguntas que
ouvimos de lideranças eficazes nas salas corporativas. Poder esclarecer o
papel de cada um, a importância da convergência entre discurso e prática, da
interação constante entre minha fala e minha atitude é uma das funções de
profissionais que apoiam as organizações na condução de suas mudanças
organizacionais. Precisamos reescrever o velho ditado, pois agora é o tempo de:
“Faça o que eu digo e faça o que eu faço”. Assumir o papel de líder e
incorporar as mudanças que se fazem necessárias, ser transparente com seus
colaboradores. Criar um elo de confiança com a equipe e estar presente em
momentos do dia a dia fazem toda a diferença nas organizações. Uma gestão
efetiva de mudanças organizacionais depende dos esforços de todos os
envolvidos. Não é algo que acontece da noite para o dia. Precisamos de tempo
para vivenciar a curva da mudança: da negação à mudança (isto não vai acontecer
agora, não? Logo agora, logo comigo?), do status de explorar às novas
possibilidades no novo cenário trazido pela mudança.
Para que a mudança seja
bem-sucedida, aponto seis fatores críticos a serem tratados na jornada: (1)
papéis e responsabilidades bem definidos; (2) comunicação clara e transparente
em todos os níveis e em todas as direções; (3) capacidade de realização
disseminada; (4) disposição verdadeira para inovar, fazer o novo; (5) coragem
para trabalhar a mudança cultural; (6) objetivos e metas claras e factíveis.
Sabemos que as causas de
fracassos em projetos estão distribuídas em 12% nos fatores técnicos ou de
sistemas de informação, 16% em processos e 62% em pessoas. Estes números
mostram bem que mudar a cultura organizacional não é uma tarefa fácil, porém
longe de ser impossível. De início pode haver a chamada “resistência”, mas
a partir do momento em que o líder mantiver uma comunicação transparente e
constante, envolver desde o início aqueles que estão na abrangência das
mudanças, distribuir as responsabilidades de forma correta, ser o exemplo nas
ações e influenciar os líderes de opinião, a aceitação chega e acontece toda a
integração.
A alta administração busca a gestão pela qualidade total, em que cabe aos gestores seguir o plano de melhorias nos processos e a integração dos novos processos à organização, enquanto, de seus funcionários espera-se entusiasmo, aceitação e comprometimento.
ResponderExcluirA alta gestão esta ligada em rumos e direcionamentos da empresa, a parte mais importante de trazer o mercado externo indicando quais são os objetivos que serão traçados e como vai ser o alinhamento interno, são eles que fazem a organização caminhar.
ResponderExcluirA alta administração tem que direcionar as outras áreas da organização através de uma gestão que visa comprometimento e atitudes que vão ajudar em todos processos, é uma das influencias maiores e que deve possuir uma liderança sólida.
ResponderExcluirNo passado, as mudanças organizacionais eram feitas através de decisões tomadas pela alta administração e implementadas através de autoridade e poder.As empresas começam a perceber que a utilização de suas competências internas é a chave para elaborar e implementar manobras estratégicas mais eficazes e ágeis. Ou seja, para mudar com sucesso é preciso envolver seus funcionários em todo o processo de mudança e desenvolver competências específicas, tais como técnicas de análise e resolução de problemas, de trabalho em equipe, de modelagem de sistemas, de mudança de atitudes e comportamentos, e de gerenciamento da cultura organizacional.
ResponderExcluirOs processos de mudanças organizacionais são imprescindíveis para sustentar o crescimento do negócio e fazer todas as alterações que a empresa precisa para melhorar seu desempenho.
ResponderExcluirAfinal, se o mercado hoje muda tão rápido, simplesmente não faz sentido permanecer sempre com os mesmos processos.