UEMG-Universidade do Estado de Minas Gerais / Unidade Frutal
Curso: Sistemas de Informação, 8º Período, Noturno.
Disciplina: Gestão em Sistemas de Informação
Docente: Prof. Dr. Geraldo Nunes Corrêa
Discentes: Aleska Marques, Bruna Leonel, Gabriel Ferreira
Data: 03/11/2019
Análise do Processo de Aderência de um ERP
O uso de softwares integrados de gestão (ERP, por
exemplo) é cada vez mais comum entre as empresas. O investimento em tecnologia
e automação de processos tem se mostrado vantajoso para otimizar, aprimorar a
gestão e aumentar as margens de lucro do negócio.
Em muitas empresas a aderência dos softwares
integrados chega a apenas 35%, de acordo com uma pesquisa da revista
Computerworld. Com esse percentual, fica difícil disputar na acirrada
competição do mercado, que exige cada vez mais que as organizações automatizem
seus processos e acompanhem a transformação digital.
No entanto, independentemente do software escolhido,
muitos empreendedores encontram problemas durante esse tipo de implantação, o
que na maioria das vezes decorre pela não aderência plena de suas
funcionalidades às necessidades da empresa.
Um dos indícios que evidenciam as chances de sucesso
de uma parceria é a compatibilidade entre as partes envolvidas. A regra vale
para qualquer negócio, inclusive o uso do ERP. Escolher um software de gestão
aderente a sua empresa, garante que o sistema irá entregar os benefícios
prometidos e melhorar os resultados da companhia.
A necessidade
de aquisição ou contratação de softwares para automatizar processos é uma
realidade presente em grande parte das empresas atualmente, desde sistemas de
gestão financeira, de estoque, comercial, e de clientes, até ferramentas para
automação dos processos envolvidos em marketing e vendas, por exemplo. Para
algumas empresas, a adoção desses softwares pode não impactar na rotina diária
das tarefas e processos consolidados, entretanto, tal constatação não é
realidade para muitas empresas.
Um software para automação de marketing é uma ferramenta
para auxiliar pequenas, médias e grandes empresas a criar conteúdo online para
atrair visitantes, verificar se os visitantes estão encontrando facilmente o
conteúdo e demais elementos de marketing, e finalmente convertê-los em lead
(potenciais clientes), para criar um relacionamento e possivelmente torná-los
clientes.
Um dos principais problemas ocorridos durante a
implantação de um software para automação de marketing é o alinhamento dos
processos envolvidos em marketing e vendas da organização em relação às
funcionalidades da ferramenta. Os recursos disponíveis nesses softwares são
tipicamente baseados em um conjunto de processos pré-definidos, ou seja,
incorporam modelos de processos próprios e impõem sua própria lógica sobre a
estratégia de marketing e vendas de uma organização. As empresas que obtém
maiores benefícios decorrentes de seus sistemas normalmente são aquelas que
buscam adequar, desde o início, todos os processos existentes internamente às
funcionalidades e fluxo de informação contido num software de automação de
marketing.
No âmbito de uma empresa de desenvolvimento de
software, Weber (2005) explica que a modelagem de processos de software envolve
a compreensão e melhoria dos processos, disseminação do conhecimento a toda
empresa, auxílio na gestão dos projetos, definição dos papéis de cada
integrante da equipe e melhoria na documentação dos softwares desenvolvidos,
além de coletar informações obtidas através dos processos afim de melhorá-los.
Devido a essa importância da modelagem de processos, é preciso definir quais
elementos o modelo deve conter dentro da organização.
Weber, Hauck e Wangenheim (2005) definem a modelagem
de processos de software como sendo uma abstração dos processos de software,
que descreve a organização dos elementos do processo, conforme as definições:
• Atividade: etapa responsável por produzir mudanças
visíveis nos artefatos de software;
• Critérios de Entrada e Saída: condições
pré-estabelecidas para que algo possa iniciar e terminar;
• Papel: são as habilidades técnicas, permissões e
responsabilidades definidas para executar cada etapa do processo;
• Produto: são produtos obtidos em com a execução de
alguma atividade durante o processo; • Ferramenta: instrumentos de trabalho que
auxiliam na execução de alguma atividade;
• Método: regras que definem a forma como as tarefas
devem ser executadas durante o ciclo de vida do software;
• Medidas: são métricas qualitativas e quantitativas
de determinado elemento do processo. É importante perceber que os processos são
exatamente as etapas a serem executadas até a finalização do projeto e entrega
do software ao cliente.
Essas etapas
são conhecidas como fases, ou seja, sub-processos que compreendem um conjunto
de tarefas e segmentos de trabalho, conduzindo a uma maior produtividade no
ciclo de desenvolvimento (Weber, 2005). Para facilitar ainda mais o ciclo de
desenvolvimento, cada um dos processos é modelado e documentado em um Guia de
Processo, que trazem as atividades, técnicas, ferramentas e medidas para apoiar
a melhoria dos processos (WANGENHEIM et al., 2009).
Geralmente a modelagem de processos de software pode
ser executada de três formas básicas: descritiva, prescritiva ou mista. A
modelagem descritiva define a forma como as atividades e processos devem ser executados
no contexto da organização. Já a prescritiva foca em melhoria contínua, baseada
em normas de qualidade e modelos de referência, definindo melhores práticas de
como um processo deveria ser executado. A abordagem mista faz uma integração
das duas anteriores, descrevendo as atividades e prescrevendo melhores práticas
para os processos (Weber, Hauck e Wangenheim, 2005).
Os sistemas ERP têm sido amplamente utilizados como
meio de automatizar os processos rotineiros, desburocratizando a organização e
permitindo aos gestores disponibilizarem maior tempo ao empreendedorismo do
negócio. Tais iniciativas devem estar alinhadas às estratégias da organização.
(POSTIGO, 2011).
Portanto, é oportuno considerar a relação entre ERP
e Modelagem de Processos de Negócios, pois ambas têm por objetivo melhorar a
qualidade das informações por meio de processos consistentes. Anjos e Moura
(2009) confirmam que as duas ferramentas são distintas quando utilizam técnicas
e métodos específicos; porém são complementares, uma vez que a visão do
processo dá uma expectativa de controlar e coordenar as informações.
Estudos têm evidenciado que a implantação de
sistemas ERP apenas como pacotes parametrizados pode ser algo complexo, com
grande chance de fracasso caso não seja devidamente planejado. (VERVILLE e
BERNADAS, 2005). Portanto, a definição de um roteiro para analisar a aquisição
de um sistema de gestão ERP é adequado e deverá ser um instrumento base com
padronização de critérios com maior precisão das informações, na tomada de
decisão sobre a escolha da melhor solução a ser adotada.
Uma das alternativas para executar a modelagem é
definir quais são os processos atuais por meio de reuniões e workshops,
brainstorming, entrevistas e a partir daí desenhar por meio de fluxogramas o sequenciamento
das atividades realizadas dentro dos processos existentes.
1ª Fase: Emoldurar o processo;
2ª Fase: Compreender o processo;
3ª Fase: Projetar o processo.
Emoldurar o Processo: Esta fase tem como objetivo
identificar um conjunto de processos relacionados e desenvolver um macro
processo do negócio, a fim de definir o escopo, as fronteiras e realizar uma
avaliação inicial. Para isso são documentados a missão, estratégia, metas e
objetivos da organização, identificando com os objetivos empresarias.
A seguir
encontram-se oito passos que resumem as atividades da fase “emoldurar
processos”, segundo Sharp e Mcdermott (2009):
1. Identificar e nomear o conjunto de processos
relacionados por meio do desenvolvimento de um mapa geral (macro-processos);
2. Estabelecer o escopo dos “processos alvo” que
serão estudados, utilizando um framework para esclarecer o conteúdo e os
limites;
3. Documentar
a missão, estratégia, metas e objetivos da organização;
4. Desenvolver uma estimativa inicial;
5. Determinar objetivos do processo e desempenho
almejado;
6. Desenvolver glossário comum de termos e
definições;
7. Resumir o conteúdo, construir e distribuir um
pôster ou algo como um resumo.
8. Opcionalmente, iniciar a documentação de coisas
significantes, observações da cultura organizacional, competências centrais, e
sistemas de gerenciamento.
É uma importante etapa no qual se faz um
levantamento e diagramação do processo como ele é executado, com início, meio e
fim, para posteriormente analisar e traçar algumas soluções que possam
aprimorar as operações. A modelagem é um conjunto de passos que combinam as
habilidades e fornecem uma visão de entendimento do processo de negócio,
desenho e medição de desempenho.
Compreender Processos (AS-IS): Na 2ª Fase, a de
compreender, o objetivo é criar um entendimento comum sobre o estado atual dos
processos, permitindo construir um fluxograma que os represente melhor,
conectados ou não com os objetivos do negócio. O objetivo nesta etapa não é
documentar o processo corrente em seus mínimos detalhes, mas o suficiente para
permitir que o modelo seja avaliado e compreendido. (SHARP e MCDERMOTT, 2009).
Em outras palavras, a compreensão deve ser um conjunto de tarefas e técnicas
para promover a comunicação alinhada aos interesses de todos, a fim de
encontrar as melhores soluções para as necessidades ou problemas, de acordo com
contextos internos e externos, além de descobrir oportunidades.
Projetar o Processo (TO-BE): Esta etapa tem como
objetivo definir a decisão a ser tomada em relação aos processos identificados
durante a etapa AS-IS no qual os processos, suas principais características e
deficiências foram identificados com os objetivos e estratégias da organização,
além de apoiar a organização na definição dos principais requisitos que tornem
os processos coerentes com os objetivos estratégicos. (SHARP e MCDERMOTT,
2009). Determinado o foco de atuação da empresa com as principais necessidades
funcionais associadas, a equipe de projeto estará apta a iniciar os trabalhos
que resultarão na seleção de uma solução integrada para a gestão da empresa. Os
requisitos funcionais das diversas áreas e setores da empresa são fundamentais
tanto para a seleção da solução mais adequada, como para o sucesso da futura
implantação do sistema. (GOMES, 2007). De acordo com Polloni (2000), o
engajamento da direção da empresa é de fundamental importância para a seleção e
implantação do novo sistema, e os resultados obtidos nesta etapa podem ser
utilizados como indicadores para verificação e comprovação dos ganhos a serem
obtidos com o novo sistema.
A partir da década de 90, novas abordagens de gestão
surgiram para fazer frente ao ambiente cada vez mais acirrado no mundo
organizacional, as quais foram acompanhadas pelo advento de tecnologias, tais
como os sistemas ERP. (DECOSTER, 2008). Sistema integrado de gestão é na
verdade uma evolução desenvolvida a partir dos softwares MRP (Material
Requirements Planning) e posteriormente o MRPII. (Manufacturing Resources
Planning). Segundo Corrêa et al. (2010) o MRP baseia-se num registro que
demonstra a posição e os planos que dizem respeito à produção de estoque de
cada item da organização, seja matéria-prima, produto em processo ou produto
acabado, calculando os momentos e as quantidades a serem obtidas de cada componente,
para que não falte nem sobre, evitando desperdícios. 23 Já o MRP II é uma
extensão dos conceitos do MRP, sendo possível saber quem irá produzir, quando e
com quais recursos, ou seja, a fábrica é controlada minuto a minuto, operação a
operação, de acordo com um calendário pré-definido e um conjunto de recursos
definidos. (HABENKORN, 2003). No final dos anos 80 diversas organizações
perceberam que a gestão da informação não poderia se limitar somente a área de
produção, mas sim na organização como um todo, de forma integrada com
informações instantâneas (online). Devido a essa necessidade, surge no início
dos anos 90 os sistemas ERP. Segundo Davenport (1998) é um software que integra
o fluxo de informações fornecendo maior controle e otimização dos recursos
internos, a fim de captar pontos-chave para o gerenciamento do negócio
(contábeis, financeiros, RH, estoques, custos, compras, produção, faturamento
etc) de modo a disponibilizar informações on-line em um único banco de dados,
formando uma estrutura principal tipo “backbone” (espinha dorsal), no qual o
sistema subsidia recursos de informações para tomada de decisão.
O sistema evoluiu rapidamente a partir dos anos 90
devido à disseminação e popularização da internet, possibilitando ao ERP a
utilização de novas aplicações com a integração das redes sociais tais como:
Twitter, Orkut e Facebook, (COMPUTERWORLD, 2012) com profunda capacidade de
permitir fácil e rápida comunicação entre organizações e clientes. Segundo
Lincoln (2012) é neste ponto que os fornecedores de ERP estão trabalhando.
Almejam preencher lacunas de coleta e tratamento de dados não estruturados para
facilitar as interações das organizações com seus clientes e, assim, ajudá-las
a crescer.
A literatura aponta as principais características que
configuram e qualificam um sistema ERP: a flexibilidade, a arquitetura aberta,
o funcionamento ajustável para diferentes tipos de organização. (BEKER e
GUTIERREZ, 2008). No entanto, os conceitos como funcionalidade, módulos,
parametrização, configuração, customização, localização e atualização de
versões são significantes características quando o assunto são ERP’s,
demonstrados a seguir. Funcionalidade: diz respeito às suas funções embutidas,
suas características e suas diferentes possibilidades de uso. Módulos: são os
menores conjuntos de funções/departamentos que podem ser adquiridos e
implementados separadamente. Parametrização: significa o processo de adequação
da funcionalidade de um sistema ERP a uma determinada organização por meio de
definição dos valores de parâmetros já disponibilizados no próprio sistema.
Configuração: é representada pelo conjunto total de parâmetros do sistema após
a sua definição, englobando o conjunto das opções de funcionamento das
diferentes funções de um sistema ERP. Customização: correspondem à modificação
de um sistema ERP para adequá-lo a um modelo de negócio específico.
Localização: corresponde à adaptação do sistema desenvolvido em determinado
cidade, estado ou país, a fim de adequá-lo às leis e procedimentos comerciais
locais como moeda e idioma, por exemplo. 25 Atualização de versões (upgrade):
compreende o processo por meio do qual o fornecedor do software atualiza ou
corrige determinadas funcionalidades. Diante destas características, o ERP
simplifica o processo de produção, compra, venda e faturamento, com o objetivo
da planejar e minimizar gastos com uma eficiente administração. Davenport
(1998) apresenta as funcionalidades dos sistemas ERP separando-as em funções
internas (back-office), composta por recursos humanos, manufatura e finanças, e
funções externas (front-office), composta por vendas e serviços, além da
tecnologia e do chamado Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos- SCM.
Os líderes mundiais em desenvolvimento e
fornecimento de sistemas de gestão empresarial para grandes organizações são,
segundo Davenport (2002), a SAP (Sistems, Aplications and Products), a Oracle e
a Peoplesoft, que detém quase 50% deste mercado. Os principais fornecedores de
sistemas ERP são originalmente: Europeu e Norte-Americano.
Os 10 maiores fornecedores em vendas, de sistemas de
gestão empresarial, de acordo com os dados extraídos da pesquisa anual da
revista Info Exame, “As 200 maiores empresas de tecnologia do Brasil”. Destaque
para a TOTVS com mais de 26 anos de experiência, de inovação, de relacionamento
e suporte à gestão. É um fornecedor constituído por três empresas: Microsiga,
Logocenter, Datasul e RM Sistemas. Segundo Barros (2007) esta fusão foi
bastante acertada, pois individualmente as três instituições eram pouco expressivas
e juntas passaram a parecer na faixa das 500 maiores e competir com maior força
na faixa das 501-1000 e liderar a faixa das empresas ainda menores. Em pesquisa
realizada em 2012 pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o professor Fernando
Meirelles apresentou uma representativa amostragem de 2.180 empresas validadas,
sobre administração de TI, que corroboraram pesquisas anteriormente. Este
trabalho fez parte do Fórum de Informações permanente sobre a Administração de
Recursos de TI para conhecer e estudar a situação das empresas e organizações
brasileiras. Destaque para o sistema TOTVS que após a união com a Microsiga e
RM Sistemas, em 2009 e com a Datasul Iguaçu em 2010, consolidou a marca e o
grupo ficou mais forte, cresceu significativamente reafirmado sua posição de
liderança e conquistando o reconhecimento do mercado.
Em sistemas complexos, como são os de uma
organização, seus processos de negócios, seus componentes e suas interações
estão em constante mudança, não sendo possível estabelecê-los em definitivo.
(CARNEIRO da SILVA e PEREIRA, 2006). Por isso, essa mudança constante exige uma
dinamicidade elevada, tanto dos colaboradores, quanto do pacote do sistema de
ERP, que necessitam se reciclar constantemente. Segundo Colangelo Filho (2001),
há três classes de fatores favoráveis que podem levar uma organização a
implantar um sistema ERP.
A implantação normalmente é justificada com base em
um conjunto desses fatores:
Negócios: os motivos de negócio estão associados à
melhoria da lucratividade ou do fortalecimento da posição competitiva da
empresa e podem ser subdivididos em estratégicos e operacionais:
·
Estratégicos: §
O interesse em diferenciar-se da concorrência, por meio da adoção de melhores
práticas de negócios não suportadas pelos sistemas atuais. §
Flexibilidade para mudar os processos de negócio e estrutura operacional, o que
exige um sistema de informação que cubra um amplo espectro funcional e possam
ser reconfigurados com certa facilidade. Os sistemas ERP possuem esta
característica por concepção.
·
Operacionais: §
O problema da falta de integração entre os sistemas existentes, causando
transtornos e ineficiências, como a redundância na entrada de dados e falta de
sincronismo entre as informações. § O elevado
número de fornecedores de sistemas, que causa dificuldades para integrá-los e
para administrá-los. Este problema causa impacto no número de pessoal de TI
necessário para suportar tais diferentes sistemas.
·
Legislação: os motivos de legislação estão ligados a exigências legais que a
empresa deve cumprir e que não são atendidas pelos sistemas atuais: §
A decisão das autoridades do mercado financeiro brasileiro de implantar, por
exemplo, o SPB – Sistema de Pagamentos do Brasil, que obrigou todas as empresas
a efetuarem alterações em seus sistemas de pagamentos e tesouraria; §
A adoção da moeda única na Europa (‘euro’), que obrigou muitas empresas a
substituírem seus 34 sistemas de informação ou adequá-los a esta nova
realidade.
·
Tecnologia: os motivos de tecnologia estão relacionados a mudanças necessárias
em função de obsolescência econômica das tecnologias em uso ou a exigências de
parceiros de negócios: § A obsolescência de equipamentos ou dos
sistemas de informação – avanços relacionados com hardware e software tornam
inviável a utilização de tal tecnologia, que acarretará altos custos
operacionais; §
Exigências tecnológicas de parceiros de negócio – o relacionamento entre as
organizações é cada vez mais baseado em troca eletrônica de informações, o que
pode acarretar a substituição dos sistemas de suporte.
Referências:
https://www.unimep.br/phpg/bibdig/pdfs/docs/24062013_114312_giovanni_19032013.pdf
masterhouse.com.br/blog/artigo-8
https://www.tecnicon.com.br/blog/352-Dicas_fundamentais_para_garantir_a_aderencia_do_ERP_ao_seu_negocio_
http://www.gqs.ufsc.br/wp-content/uploads/2016/07/TCC_Alexandre_final.pdf
Ele permite uma maior visibilidade de todo o desempenho da organização ao promover a automatização de tarefas manuais, um controle maior sobre as operações dentro da empresa, uma otimização de processos e um controle e uma redução de custos.
ResponderExcluirSoftwares gerenciais são as raízes de uma empresa, trazendo automação e uma gestão mais consistente, retendo dados importantes até mesmo para a manipulação e foco da organização, um ERP traz consigo um conjunto de práticas que podem auxiliar em vários setores, dando a empresa uma ferramenta poderosa para administrar frentes de seu negocio, para quem não implantou este sistema dificilmente irá se ter permanência no mercado
ResponderExcluirA análise de aderencia de um ERP em uma empresa é de suma importância quando se trata de processos, um ERP ajuda e auxilia, facilitando o uso dos mesmos e aumentando as métricas da empresa. A análise é fundamental para que um bom ERP seja escolhido.
ResponderExcluirApenas comprar um sistema ERP não resolve nenhum problema. Aliás, pelo contrário, sem o devido cuidado, a implantação pode trazer sérias complicações. É importante que os envolvidos tenham vasto conhecimento da ferramenta e, também, em técnicas de gestão de projetos.
ResponderExcluirA utilização de um sistema ERP pode trazer inúmeros benefícios para qualquer empresa. É uma ferramenta que impacta na redução de custos, no fornecimento de dados para auxiliar as tomadas de decisões e otimiza a integração interdepartamental. Mas, para que tudo isso aconteça, sua implantação deve ser realizada de forma organizada, seguindo uma metodologia bem planejada.
O uso de softwares integrados de gestão é cada vez mais comum entre as empresas. O investimento em tecnologia e automação de processos tem se mostrado vantajoso para otimizar, aprimorar a gestão e aumentar as margens de lucro do negócio.
ResponderExcluirO sistema ERP apresenta muitas vantagens para as organizações uma vez que entre as mudanças mais palpáveis que um sistema de ERP propicia a uma corporação, sem dúvida, está a maior confiabilidade dos dados, agora monitorados em tempo real, e a diminuição do retrabalho. Algo que é conseguido com o auxílio e o comprometimento dos funcionários, responsáveis por fazer a atualização sistemática dos dados que alimentam toda a cadeia de módulos do ERP e que, em última instância, fazem com que a empresa tenha total interação da informação de dados
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